Pois é, as minhas vindas ao blog têm sido escassas - nulas, em bom rigor. A verdade é que ando a estudar que nem uma doida para os exames de aferição da OA e até me esqueço de passar por aqui...
Prometo que passarei a vir com mais regularidade!!
sexta-feira, 7 de março de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
O amor
Ah, esse maldito! Em 22 anos de existência já me pregaste tantas partidas que não sei se confio mais em ti... Sim, com 22 anos já amei. Não creio que o amor seja exclusivo das pessoas mais velhas e vividas, simplesmente porque idade não significa maturidade e porque o amor se pode manifestar das mais variadas formas. O amor que sinto pelos meus pais é diferente do amor que sinto pelo meu irmão, e será certamente diferente do amor que vou sentir pelo meu marido ou pelos meus filhos. Existem diferentes formas de amar, em suma!
Nestes 22 anos de existência já amei duas pessoas, dois rapazes (ou homens, nunca sei...). E agora começo a chegar à conclusão que foram dois amores diferentes, desde logo porque são duas pessoas completamente diferentes!
O problema surge quando começamos a perceber que se calhar o primeiro amor não desapareceu... Estou a lidar com sentimentos que desconhecia até agora e não sei como agir. Expulsei uma pessoa da minha vida há uns anos atrás por diversos factores (agora parecem coisas sem importância mas na altura foram determinantes) e agora percebo que não o devia ter feito...
Isto está, acima de tudo, a ser uma lição de vida. Estou a aprender a viver um dia de cada vez sem sofrer por antecipação e adoptando a velha máxima "o que tiver que ser, será!", mas não é fácil.
A pergunta que vos coloco (se é que alguém me lê...) é: acreditam no destino? Acreditam que um homem que amou muito e já esqueceu pode voltar a amar? Acreditam no amor para sempre?
Nestes 22 anos de existência já amei duas pessoas, dois rapazes (ou homens, nunca sei...). E agora começo a chegar à conclusão que foram dois amores diferentes, desde logo porque são duas pessoas completamente diferentes!
O problema surge quando começamos a perceber que se calhar o primeiro amor não desapareceu... Estou a lidar com sentimentos que desconhecia até agora e não sei como agir. Expulsei uma pessoa da minha vida há uns anos atrás por diversos factores (agora parecem coisas sem importância mas na altura foram determinantes) e agora percebo que não o devia ter feito...
Isto está, acima de tudo, a ser uma lição de vida. Estou a aprender a viver um dia de cada vez sem sofrer por antecipação e adoptando a velha máxima "o que tiver que ser, será!", mas não é fácil.
A pergunta que vos coloco (se é que alguém me lê...) é: acreditam no destino? Acreditam que um homem que amou muito e já esqueceu pode voltar a amar? Acreditam no amor para sempre?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Pensamentos #1
O que fazer quando te apercebes que, afinal,não esqueceste aquela pessoa? Que apenas não pensavas nela porque andavas com outra pessoa e agora veio tudo ao de cima?
sábado, 25 de janeiro de 2014
A praxe.
Como este blog também pretende ser sério porque não começar pelo tema da actualidade?
Corria o ano de 2009 quando entrei na faculdade. Não conhecia absolutamente ninguém (apesar de ser em Lisboa e eu morar relativamente perto) e nem sabia o que ia encontrar, apenas sabia que seria inevitável ser praxada. Quando lá cheguei entregaram-me um saco de plástico para colocar os meus pertences para não se sujarem e encaminharam-me para o jardim onde já estavam os senhores veteranos. Juntei-me a um grupo e começou a "brincadeira". De facto não foi nada de extraordinário, não nos fizeram coisas feias, mas se formos analisar a fundo percebemos que o intuito é a humilhação. Rapazes do meu grupo tiveram que comer dentes de alho, tiveram que fingir ser um touro, tiveram que se declarar a raparigas, etc... Foi nesse dia que arranjei o meu padrinho e que se manteve até ao fim da licenciatura acima de tudo como um grande amigo.
No dia seguinte fomos presenteados com uma aula fantasma, aula essa que, sendo na brincadeira e bastante exagerada, nos mostra um bocadinho como será o resto do curso... De seguida fomos para a habitual "guerra" entre faculdades e, depois, para o jardim novamente. Aí foi totalmente diferente; formamos grupos mas desta vez para fazer pequenos jogos de confiança, jogos que nos fizeram conhecer os colegas e, conforme as palavras da veterana no fim de tudo, jogos que nos prepararam para o que poderíamos encontrar no curso.
Depois desse dia não fui mais à praxe. Na minha faculdade não há muito essa tradição, mas há sempre um ou outro grupo que gosta de continuar as actividades. Eu não fui porque não queria faltar as aulas, não queria perder logo o comboio.
Entretanto já concluí o curso e só praxei uma vez, não é algo que me "seduza".
Hoje, 4 anos volvidos, tenho uma certeza: a praxe não foi aquilo. A praxe foi o curso todos, foram as horas passadas a estudar, as noites sem dormir, as crises de choro, os professores casmurros, as desilusões com as notas, as conquistas saborosas, as notas inesperadamente boas... isso sim foi a praxe, isso sim preparou-me para a vida! Não é um dia ou uma semana de brincadeiras parvas, que envolvem a grande maioria das vezes humilhação , que nos prepara para o que quer que seja. É o curso e aquilo que fazemos com ele!
O que se passou no Meco foi mais do que uma simples e inocente praxe, e tudo aponta para isso: a casa arrendada para 12 pessoas quando na verdade só lá estavam 6, os telemóveis deixados em casa, os pertences dos estudantes recolhidos por alguém que ninguém sabe quem foi e deixados na Lusófona, os "rituais" presenciados pelos habitantes da localidade, a suspeita de que estava lá mais alguém... Enfim, tudo coisas muito mal explicadas e que espero que, pela saúde dos pais daqueles que perderam a vida, sejam esclarecidas o quanto antes. Porque perder um filho deve ser horrível, mas perdê-lo nestas circunstâncias, sem se saber de nada, deve ser muito pior...
Corria o ano de 2009 quando entrei na faculdade. Não conhecia absolutamente ninguém (apesar de ser em Lisboa e eu morar relativamente perto) e nem sabia o que ia encontrar, apenas sabia que seria inevitável ser praxada. Quando lá cheguei entregaram-me um saco de plástico para colocar os meus pertences para não se sujarem e encaminharam-me para o jardim onde já estavam os senhores veteranos. Juntei-me a um grupo e começou a "brincadeira". De facto não foi nada de extraordinário, não nos fizeram coisas feias, mas se formos analisar a fundo percebemos que o intuito é a humilhação. Rapazes do meu grupo tiveram que comer dentes de alho, tiveram que fingir ser um touro, tiveram que se declarar a raparigas, etc... Foi nesse dia que arranjei o meu padrinho e que se manteve até ao fim da licenciatura acima de tudo como um grande amigo.
No dia seguinte fomos presenteados com uma aula fantasma, aula essa que, sendo na brincadeira e bastante exagerada, nos mostra um bocadinho como será o resto do curso... De seguida fomos para a habitual "guerra" entre faculdades e, depois, para o jardim novamente. Aí foi totalmente diferente; formamos grupos mas desta vez para fazer pequenos jogos de confiança, jogos que nos fizeram conhecer os colegas e, conforme as palavras da veterana no fim de tudo, jogos que nos prepararam para o que poderíamos encontrar no curso.
Depois desse dia não fui mais à praxe. Na minha faculdade não há muito essa tradição, mas há sempre um ou outro grupo que gosta de continuar as actividades. Eu não fui porque não queria faltar as aulas, não queria perder logo o comboio.
Entretanto já concluí o curso e só praxei uma vez, não é algo que me "seduza".
Hoje, 4 anos volvidos, tenho uma certeza: a praxe não foi aquilo. A praxe foi o curso todos, foram as horas passadas a estudar, as noites sem dormir, as crises de choro, os professores casmurros, as desilusões com as notas, as conquistas saborosas, as notas inesperadamente boas... isso sim foi a praxe, isso sim preparou-me para a vida! Não é um dia ou uma semana de brincadeiras parvas, que envolvem a grande maioria das vezes humilhação , que nos prepara para o que quer que seja. É o curso e aquilo que fazemos com ele!
O que se passou no Meco foi mais do que uma simples e inocente praxe, e tudo aponta para isso: a casa arrendada para 12 pessoas quando na verdade só lá estavam 6, os telemóveis deixados em casa, os pertences dos estudantes recolhidos por alguém que ninguém sabe quem foi e deixados na Lusófona, os "rituais" presenciados pelos habitantes da localidade, a suspeita de que estava lá mais alguém... Enfim, tudo coisas muito mal explicadas e que espero que, pela saúde dos pais daqueles que perderam a vida, sejam esclarecidas o quanto antes. Porque perder um filho deve ser horrível, mas perdê-lo nestas circunstâncias, sem se saber de nada, deve ser muito pior...
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Coisas que me deixam abespinhada #1
E começamos com uma rubrica! O adjectivo "abespinhada" é um dos meus favoritos e é, sem dúvida, aquele que melhor expressa a minha reacção a estas situações.
Ora o que deixa abespinhada são aquelas pessoas que não respeitam o espaço de cada um na fila do supermercado.
Ainda hoje estava eu numa caixa rápida de um supermercado a passar os meus artigos (pensos higiénicos e uma tablete de chocolate, as senhoras perceberão) quando começo a sentir um sujeito a aproximar-se. Ora, para quem não sabe, esses espaços estão devidamente assinalados e no chão existe, inclusive, uma marca que diz "aguarde aqui", marca essa que se encontra beeeeem longe do local onde se passam aos artigos. Mas como eu estava a dizer o sujeito aproximou-se, aproximou-se até que estava eu a colocar as coisas dentro do saco e já estava ele com as suas compras em cima da máquina!
Eu fico fula da vida com isto! Detesto que me façam pressão nestas situações e que não respeitem a minha privacidade, gosto de arrumar os trocos e os talões com toda a calma que me é permitida e que é socialmente aceite.
Conclusão: quando me virei para tirar o talão da máquina e dei de caras com o homem quase em cima de mim (e nem era bonito nem nada, ao menos até dava alguma alegria se fosse...!) lancei-lhe uns olhos que o homem nem sabia onde se enfiar...
Ora o que deixa abespinhada são aquelas pessoas que não respeitam o espaço de cada um na fila do supermercado.
Ainda hoje estava eu numa caixa rápida de um supermercado a passar os meus artigos (pensos higiénicos e uma tablete de chocolate, as senhoras perceberão) quando começo a sentir um sujeito a aproximar-se. Ora, para quem não sabe, esses espaços estão devidamente assinalados e no chão existe, inclusive, uma marca que diz "aguarde aqui", marca essa que se encontra beeeeem longe do local onde se passam aos artigos. Mas como eu estava a dizer o sujeito aproximou-se, aproximou-se até que estava eu a colocar as coisas dentro do saco e já estava ele com as suas compras em cima da máquina!
Eu fico fula da vida com isto! Detesto que me façam pressão nestas situações e que não respeitem a minha privacidade, gosto de arrumar os trocos e os talões com toda a calma que me é permitida e que é socialmente aceite.
Conclusão: quando me virei para tirar o talão da máquina e dei de caras com o homem quase em cima de mim (e nem era bonito nem nada, ao menos até dava alguma alegria se fosse...!) lancei-lhe uns olhos que o homem nem sabia onde se enfiar...
O início
Hoje começa uma nova etapa da minha vida. Depois de muito pensar e reflectir resolvi criar este blog que será uma extensão de mim, dos meus pensamentos e ideias.
Não me vou apresentar porque não quero que tenham ideias pré concebidas da minha pessoa, espero que ao longo dos textos que vou publicando me comecem a conhecer um pouco melhor...
Sintam-se em casa!
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